Fotografias Eduardo Moody - Portfólio
Portfólio / Educação
11-06-2019

Devo comprar uma câmera ou continuar tirando fotos com celular?

Pois é, meus amigos, essa pergunta acima faz parte do rol de questionamentos que mais escuto das pessoas. É como se eu fosse “autorizado” a dar um ponto final para as dúvidas alheias, mas já antecipo que continuarei a repetir o: “depende”.

Depende porque, infelizmente, essa pergunta não tem uma resposta igual para todas as pessoas. Cada pessoa é um caso; cada fotógrafo é um caso; para cada fotógrafo, uma resposta diferente.

Antes do advento da câmera no celular, não tinha jeito – era preciso comprar uma câmera. Mas agora com os celulares fotografando e isso sendo desenvolvido, a dúvida de fotografar com uma câmera ou não tornou-se bastante evidente.

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Para simplificar, o que eu gosto no celular é que, primeiro e acima de tudo, está sua:

. Portabilidade – que se deve ao fato do celular estar quase sempre perto de nós. E como a fotografia é feita de momentos, estar com o celular num momento exato faz toda diferença, pois é assim que registramos momentos únicos, diferentes, contando com a ajuda do acaso.

. Peso da câmera – No celular também temos o peso da câmera, ou melhor, a inexistência do peso, algo que conta muito. Coisas leves são sempre as preferidas numa viagem, num passeio.

. Suporte – É também no próprio celular que temos o suporte que compartilhamos as fotografias. Ele é a própria mídia que captura a imagem e a torna acessível ao outro. É na tela do celular que vemos nossas produções e as dos outros.

. Inovação e tecnologia – O desenvolvimento das câmeras dos celulares têm seguido passos rápidos. A evolução tem sido muito grande no que tange ao conjunto: sensor e lentes dos celulares.

* Há que se lembrar que o preço do celular é uma vantagem muito grande também!

Se o celular tem todas essas vantagens para a pessoa “comum”, que não tem a fotografia como profissão, mas como um momento de diversão, qual a real necessidade de se ter uma câmera? Quando uma câmera se torna realmente indispensável?

Vejamos algumas vantagens da câmera fotográfica sobre o celular:

. Troca de lentes: a câmera permite usar várias lentes, enquanto as do celular são fixas a uma lente somente, o que nos obrigada a sempre tirarmos fotos numa mesma perspectiva. Nem quero falar sobre o zoom, já que nos celulares ele é um zoom digital, o que ele faz é “cortar” a imagem, enquanto que na câmera é um zoom óptico.

. Sensor: na câmera fotográfica o sensor é muito maior do que no celular, o que permite fazer duas coisas bonitas na fotografia: selecionar onde é o foco (o que te permite também desfocar outras partes). Isso acontece com muito menos evidência no celular, que normalmente fica tudo em foco.

. Velocidade do foco: outra grande vantagem da câmera é a velocidade do foco. Para aquele cara que pretende fotografar coisas em/com muito movimento, o foco da câmera do celular é praticamente impossível, enquanto que nas câmeras fotográficas existe um recurso melhor para fotografar situações de muito movimento – quando a gente fotografa uma criança jogando bola, por exemplo, bem de perto, fechada a foto, o celular tem dificuldade de acompanhar a movimentação da bola ou das pernas, por exemplo. Ou um carro em alta velocidade (veículo) – praticamente impossível de fazer foto com o celular. Pulo de uma criança também é exemplo.

. Fotos com pouca luz: esta é mais um ganho adicional da câmera fotográfica diante de cenas com pouca luz. Como o sensor do celular é muito pequeno, ele tende a granular a imagem. Exemplo: fotografias noturnas sem o uso do flash.

Sobre as desvantagens de se ter uma câmera fotográfica, eu penso no peso e no tamanho do objeto, pois isso muitas vezes desmotiva a levar o equipamento (é sério, acontece muito com fotógrafos), levar baterias, cabos, adaptadores, etc. Também devemos nos lembrar de que a câmera não é a própria mídia: você precisa retirar a imagem da câmera, enviá-la para um computador e, a partir daí, compartilhar. As câmeras estão evoluindo e o wifi/bluetooth já chegou para as mais modernas. Ficou mais rápido de transferir a imagem da câmera fotográfica para os celulares para, a partir daí, compartilhar nas redes. Mas ainda é um trabalhinho... (que digam meus amigos rsrsrsrsr)

Assim, para aqueles que realmente gostariam de fazer fotos que o celular não faz, como as que descrevi acima, e também para pessoas que o fato de levar um peso extra nas viagens, passeios, não é um problema, eu recomendo a aquisição de uma câmera e lentes. Já para aqueles que o custo é uma questão, o peso, a falta de praticidade, eu recomendo o celular.

E quando me perguntam: Ok, mas quando você não está trabalhando ou criando, o que você usa? Eu me deparo com essas mesmas questões que relatei acima. Na maioria das vezes, eu opto por usar o celular pela questão de praticidade e de comodidade. Mas quando uma situação vale a pena, como um passeio que sei que encontrarei coisas diferentes, eu acabo enfrentando a boa e pesada mochila de fotografia. Mas encontros de família, amigos, algumas viagens curtas, eu uso o celular, sem problema algum.

Projeto Rios Maranhenses

E você? Acha o quê disso tudo? Tirar foto do celular ou comprar uma câmera fotográfica?

Saudações fotográficas,

do amigo

Eduardo Moody

27-05-2019

Minha experiência com uma câmera mirrorless

Oi pessoal,

Conforme anunciado em minha newsletter anterior, aceitei o desafio (meu próprio e de minha produtora rsrsrs) de produzir um texto voltado para algo do meu ofício – e paixão: fotografia. Assim, compartilho com vocês um primeiro texto sem maiores pretensões de ser um “textão” ou uma mega resenha de algo do meu seguimento.

O que desejo é dividir com vocês são minhas impressões sobre meu novo equipamento fotográfico.

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Câmera à esquerda - minha Nikon D850 Full Frame

Câmera à direita - minha nova Mirrorless Z6

Depois de tanto ouvir falar sobre a novidade do sistema de câmeras “sem espelho” – Mirrorless – resolvi experimentar essa máquina em minha fotografia. Para quem me conhece, sabe que fotografia é minha paixão, meu hobbie, minha expressão e, graças a Deus, meu ganha-pão.

As resenhas sobre esse novo sistema sempre foram muito positivas. Para mim, que comecei a fotografar na época do filme, talvez essa seja a minha terceira grande mudança junto às câmeras fotográficas: primeiro, eu tinha uma câmera de filme com espelho; depois, uma câmera digital com espelho e, agora, uma câmera digital sem espelho.

Mas e o que é essa tal de “câmera sem espelho”?

Resumidamente, trata-se de algo muito simples: essa invenção é como as câmeras dos celulares – o que você vê na tela é uma imagem digital e não mais a realidade refletida num espelho. Para quem não sabe, dentro de uma câmera existem espelhos e prismas que refletem o que o fotógrafo está vendo. Nas mirrorless, o design converte a imagem capturada e a mostra diretamente no sensor. Sim, não estamos mais falando de espelhos, mas de sensores.

Ou seja, mais do que nunca, essa câmera “mirrorless” hoje parece uma câmera de celular. O que vemos no ocular não é mais uma imagem projetada por um espelho e, sim, uma imagem digital. Para os puristas, é como se perdêssemos mais um contato com a suposta realidade; para os vanguardistas, é mais uma inovação tecnológica bem vinda ao fascinante mundo da fotografia do século XXI. Para mim, tem sido bastante excitante as novas possibilidades que a Mirrorless me traz em relação ao antigo mundo das câmeras com espelho.

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Foto - divulgação da Panasonic

Nessa novidade, a fabricante Sony saiu na frente, produzindo câmeras Mirrorless Full Frame (lembra do tamanho do negativo? Este é o tamanho de um sensor Full Frame, diferentemente das câmeras de celulares onde o sensor é menor do que uma unha do dedo mindinho rsrsrs). Já adianto que nunca cheguei a testar uma câmera dessas da Sony.

Como eu fotografo atualmente com o sistema do fabricante Nikon, eu e meus colegas fotógrafos tanto de Nikon quanto de Canon ficamos a chupar dedo durante alguns anos, pois nossos “fabricantes” demoraram para entrar na onda da Mirrorless Full Frame e não dá simplesmente para comprar uma câmera de outro fabricante e sair usando com as suas lentes antigas. Sabe o cabo do Samsung que não serve no Iphone? É a mesma coisa. Eu sei que existem adaptadores mais eu não acho que seja assim tão bom.

O que sinto é que as maiores companhias de fotografia – Nikon e Canon – estavam mesmo esperando para ver se a invenção da Sony viria para ficar. E ficou. Assim, no final do ano passado – 2018 –, a Nikon e a Canon concluíram que era chegado o momento de lançar seus modelos Mirrorless Full Frame destinados a profissionais da imagem.

Aproveitando minha ida à Austrália, resolvi adquirir e experimentar essa novidade do mundo da fotografia. Para minha surpresa, estou gostando muito! Comprei o Modelo Z6 da Nikon (menos megapixels que a Z7, porém mais rápida e mais barata) e paguei 2.000,00 dólares americanos com adaptador de lente e cartão de memória de 32GB. Esta mesma câmera aqui no Brasil está na faixa de 12 a 14 mil reais. Quem é fotógrafo profissional sabe o quanto representa no orçamento manter-se atualizado com os novos equipamentos.

Bom, todos nós também sabemos que cada um fotografa de uma forma. No meu jeito de fotografar, o que eu tenho gostado é o sistema de focagem (autofocus). Realmente achei que a focagem fica mais rápida, mais acurada e o melhor de tudo: agora a gente pode focar em qualquer lugar do quadro fotográfico, não apenas no meio, como fazem as câmeras de espelho. Eu sempre ficava chateado por não conseguir focar o tema no canto da foto. Tinha sempre que improvisar. Ou seja, focar no meio e deslocar a câmera para o enquadramento que eu desejava. Apesar de que focar no canto pode ser um problema se a sua lente não tiver uma boa qualidade. As lentes mais baratas, infelizmente, não têm nitidez nos cantos da imagem. Mas isso pode ser assunto para um outro texto...

Decidi separar alguns tópicos importantes nessa minha recente experiência.

Os pontos positivos são:

. Tamanho x Peso – este é um aspecto importante que muito me agrada, pois quanto menor é o meu equipamento, mais o trago comigo. Nesta viagem da Austrália, por exemplo, eu me sentia muito mais motivado a colocar a câmera dentro de minha mochila porque isto não representava um peso e um volume excessivos junto comigo. Pelo contrário: tratava-se de um peso menor do que estou acostumado a carregar. Meu pescoço e ombros muito agradeceram! #moodyyoga

. Velocidade de disparo – esta também é uma particularidade que gostei bastante, pois como eu fotografo temas onde o momento crucial faz a diferença, por exemplo, um rápido olhar, as asas de um passarinho ou o pulo de uma criança, a velocidade de disparo me permite ter um acerto maior na fotografia que desejo realizar.

. Visualização (antes de tirar a foto e depois) – a câmera mirrorless permite que você visualize seu mundo já com as predefinições em sua câmera, como contraste, brilho, saturação. Isto não é possível nas câmeras com espelho, já que a gente sempre precisa conferir o resultado após realizar a foto. Ainda há surpresas! Rsrsrsrsrrsrs. Ou seja, o que se vê no momento de fotografar não é a mesma imagem que conferimos no monitor!

Mas como gosto de apreciar a foto tirada, poder vê-la através do ocular é muito mais legal. É quase que a diferença entre ver um filme na tela do cinema ou na televisão em casa! No ocular não existe a luz externa – o que temos é um cantinho escuro para você observar sua foto. O único problema é que agora todos querem ver também no ocular, inclusive o seu retratado/cliente/amigo/etc. Isto pode atrasar mais uma sessão de fotos.

Já sobre os aspectos que não curti tanto, temos:

. Incompatibilidade com lentes – na câmera Mirrorless, o encaixe da objetiva que uni a lente é maior do que no sistema com espelho e enquanto não tenho – e a Nikon não fabrica todas as lentes apropriadas para esse novo sistema –, precisei comprar um adaptador para usar minhas lentes do sistema antigo na nova câmera. E isso até agora tem me dado alguns problemas. Em uma das minhas lentes (Nikon 28-300mm), não consigo usar um diafragma menor do que F11, ou seja, F16, F22, F32 não tem rolado. A Nikon precisa resolver este problema! Houston, we have a problem!

Por conta disso, fiquei chateado pois não consegui fazer fotos nas quais eu queria um tempo de exposição longo, como borrar um carro, dar movimento a pessoas andando, registrar o balanço das folhas, etc.

Em outra lente (Nikon 200-500mm), a redução de vibração não quer funcionar. Novamente fiquei chateado. Quando a redução de vibração não funciona, isso quer dizer que irei precisar de velocidades altas (tempo de exposição pequeno para não tremer a fotografia). Com isso, tive que ficar usando ISOs altos, o que também não gosto, pois aumenta o ruído na imagem. De resto, ainda preciso testar a câmera com as demais lentes que tenho.

. Consumo de bateria – como a Mirrorless é toda eletrônica, o consumo de bateria aumentou e, consequentemente, seu tempo de vida irá diminuir. É preciso carregar consigo mais baterias ou carregá-las mais frequentemente. Mas acho que isso será melhorado rapidamente. Imagino que o próximo modelo apresentará um melhor consumo de energia.

. Tempo de ligar a câmera – o tempo de ligar a câmera para mim também foi um aspecto negativo, pois a fotografia, em muitas situações, tem um rápido lapso de tempo e esses segundos a mais já me fizeram perder belos momentos. Falando assim, parece bobagem – “ah, o que são apenas 2 ou 3 segundos?” –, mas imagine que você está de frente com um canguru e ele está prestes a dar um salto. Você pega sua câmera rapidamente e aperta o botão de ligar e a câmera começa a dar o start... o bicho já pulou e foi embora. Percebe?

. Autofocus com prioridade no rosto – infelizmente, muitas vezes não funciona corretamente. A Nikon irá precisar trabalhar mais em cima desse aspecto, pois muitas vezes o foco, que deveria ser na primeira face humana, vai numa folha, ou numa nuvem, que não é a minha prioridade naquele momento. Veredito: Algumas vezes funciona, noutras não.

Bom, essas foram minhas breves observações sobre essa nova câmera. Talvez outros fotógrafos gostem de aspectos que, para mim, são indiferentes, ou reclamem de outros que, para mim, não é um incômodo. Mas se você me perguntar em qual sistema eu tenho tido mais prazer em fotografar, sem dúvidas direi que a Mirrorless é mais legal. Obviamente que quem faz a foto não é a câmera, e sim o olhar do fotógrafo. Como diz Sebastião Salgado, “você não fotografa com a sua câmera, mas com toda a sua cultura”. Mas, quando se junta o olhar do fotógrafo com um bom equipamento, as coisas tendem a ficar mais fáceis, belas, surpreendentes.

Esta foi minha singela resenha sobre meu novo brinquedo. Alguém aí já experimentou uma Mirrorless? O que achou?

Para quem não me acompanha ainda nas redes sociais, meu instagram é

@fotografiaseduardomoody

 

Saudações fotográficas,

do amigo

Eduardo Moody

 

24-04-2019

FLIPF – Festa Literária Internacional da Praia do Forte

Prezados,
compartilho com vocês informações sobre um evento bem bacana que acontecerá na Praia do Forte entre os dias 02 e 05 de maio deste ano.
Segue abaixo o release!
Eduardo Moody
Costa dos Coqueiros
Mesas literárias, Contações de histórias, apresentações artísticas e culturais na FLIPF
 

FLIPF – Festa Literária Internacional da Praia do Forte é um evento literário que reunirá autores consagrados e novos talentos da literatura localnacional internacional no balneário da Praia do Forte, localizado no Litoral norte baiano. Nesta primeira edição, a curadora convidada é a poeta Alice Ruiz. O evento será realizado de 02 a 05 de maio e conta com mesas literáriassessões de autógrafos lançamentos de livros, contações de histórias, slams e saraus, feira de editoras baianas, experiências gráficas, apresentações artísticas e culturais, oficinas e atividades infantis. Tudo isso espalhado pelos principais espaços da Praia do Forte, como o Baleia Jubarte, o Projeto Tamar, o Coreto da Vila, o Clube dos Pescadores, dentre outros.

Nesta primeira edição da FLIPF, a festa será uma grande celebração à literatura e à cultura local e surge na intenção de ser um grande movimento de incentivo à leitura na região da Praia do Forte e seu entorno, e se tornar uma das principais Festas literárias do país. Além da curadoria e importante participação da poeta Alice Ruiz, as mesas literárias contam com nomes como Antonio Cicero, Capinam, Jorge Portugal, Luiza Romão, Ricardo Silvestrini, Zulu Araújo, Mariana Paiva, Edgard Abbehusen, Malu Fontes, Felipe Pena, Ana Vidal, Estrela Leminski, Ricardo Peruchi, Maria Helena Pereira da Silva, Sálua Chequer, Raquel Menezes, Valéria Pergentino, Leonardo Neto.

Na programação artística e cultural, apresentações de Thiago Thiago de Mello, JVeloso, Luciano Salvador Bahia, Estrela Leminski, Marcos Clement, Anderson Falcão, Igor Reis, Alex Mesquita, Denisson Padilha, dentre outros. Os artistas e grupos culturais da região tem presença confirmada como a Filarmônica 8 de dezembro, Orquestra sinfônica de Mata de São João, Oficina de violinos e muito mais. A criançada vai poder assistir às apresentações do grupo PUMM – Por Um Mundo Melhor, Corrupio e contação de história com Lilia Gramacho, Toada Crianceira com o grupo Canastra Real, o projeto Essa Toalha Tem História com Sálua Chequer e Igor Reis, oficinas, atividades lúdicas, contações de histórias, teatro de fantoches e visita à Biblioteca Móvel da Fundação Pedro Calmon.

O evento conta com o importante envolvimento e parceria da comunidade local, dos projetos de conservação marinha, do comércio e rede de turismo da Praia doForte. A FLIPF é uma iniciativa e realização da Trevo Produções e da Gabiroba Cultural e conta com apoios da Prefeitura de Mata de São João, Fundação Pedro Calmon, Secretaria de Turismo da Bahia, Projeto Tamar, Instituto Baleia Jubarte, Turisforte, Associação de Pescadores e Comunidade da Praia do Forte, Tivoli, CLN Concessionária Litoral Norte, Bis Assessoria, AFDesign, TVE, Rádio Educadora FM, dentre outros, e tem a LDM como a livraria oficial.

SERVIÇO:

FLIPF – Festa Literária Internacional da Praia do Forte

Período: De 02 a 05 de maio de 2019 (quinta-feira à domingo)

Atividades: Mesas literárias, sessões de autógrafos lançamentos de livros, contações de histórias, slams e saraus, feira de editoras baianas, experiências gráficas, apresentações artísticas e culturais, oficinas e atividades infantis.

Local: Diversos espaços da Praia do Forte (Baleia Jubarte, o Projeto Tamar, Coreto da Vila, o Clube dos Pescadores, dentre outros.